Comissão Julgadora

É com muita alegria que podemos contar com este grupo rico em olhares e conhecimentos para compor a nossa Comissão Julgadora da Convocatória para Exposição – Imagens de uma guerra esquecida. Somos gratos por aceitar este desafio!

 

 


 

 

 

Angela Almeida

Auto retrato

Auto retrato

 

Mora em Natal, tem formação acadêmica em Comunicação e doutorado em Ciências Sociais pela UFRN. É professora da UFRN e desenvolve pesquisa nas áreas de artes, estética e fotografia. Migra em atividades das artes plásticas, fotografia e curadoria.

Fez a curadoria do Museu do Vaqueiro-Natal-RN. Organizou o acervo de Artes Plásticas do SEBRAE-RN e do Sistema FIERN.  Fez a curadoria da exposição em comemoração dos 50 Anos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Fez parte da Comissão de Seleção do XIII Prêmio FUNARTE Marc Ferrez de Fotografia (2013). Foi selecionada na categoria portfólio no 8º Paraty em Foco (2012). O livro de sua autoria “Quando a pele incendeia a memória” foi selecionado para o festival de Fotolivros da Revista Zum, do Instituto Moreira Salles (2018).

 

Autora dos livros:

Quando a pele incendeia a memória- (2017- Edufrn); Minha Aldeia Azul: Erasmo Andrade ( 2017-Edufrn); Newton Navarro: os frutos do amor amadurecem ao sol ( 2015-Edufrn); Inventário de Instantes ( 2014);  Estética do Sertão ( 2012-Edufrn); Encantaria da Pedra ( 2002)

 

Livros em parceria ou organização:

Ensaio Joyceano (2014-Edufrn); Saudade de Newton Navarro (2013-Edufrn); Leopoldo Nélson- canto pelo terceiro mundo (2010-Edufrn); Brasil em Tela- cinema e poéticas do social (2008- Sulina) ; Zila Mamede: se esse humano dos seus gestos ( 2003-Edufrn); Polifônicas Ideias: por uma ciência aberta ( 2003-Edufrn);  Chico Daniel: a arte de brincar com bonecos ( 2002-Edufrn); Caminhos da Arte no RN ( 2001-Cosern).

 

 


 

 

 

 

 Iana Soares

Iana Soares

 

É jornalista e fotógrafa. Gosta de mar, sertão, sal e gente. Começou a fotografar quando pesquisava o processo de afirmação étnica dos índios Tremembé. Depois de graduar-se em Ciências Sociais (UECE), voltou para o Jornalismo (UFC) e reencontrou a imagem, além da palavra. Fez mestrado em Belas Artes, na Universidade de Barcelona, na Espanha. Se interessa pelos processos de ficcionalização do cotidiano, dentro da fotografia contemporânea. O real imaginado, o documentário imaginário, a fotografia como possibilidade de inventar o real, as crônicas em imagem e texto. Participou de diversas exposições e mostras como os Encontros de Agosto, o Festival de Fotografia de Tiradentes, a exposição Mapes desorientats, em Barcelona, e Derivas, em Valência, entre outros. Em 2015 foi ganhadora do Prêmio BNB de Jornalismo, na categoria fotografia nacional, com o trabalho “Sertão a Ferro e Fogo – Marcas de gado e gente”.  Foi editora do Núcleo de Imagem do jornal O POVO, onde trabalhou entre 2009 e 2018. É professora da Travessa da Imagem. Atualmente coordena o Programa de Fotopoéticas, no Porto Iracema das Artes – Escola de Formação e Criação do Ceará.

 

 


 

 

 

 

Max Pereira

Auto retrato

 

Max Pereira nasceu em Jucurutu/RN, em 1971. Jornalista de formação, trabalha com artes visuais e publicações autorais. Participou de mostras relevantes no Brasil como o Salão UNAMA de Pequenos Formatos em Belém do Pará, Salão de Abril em Fortaleza no Ceará e também no Salão da Capitania das Artes em Natal. No momento trabalha com autopublicação ministra oficinas e participa de feiras de publicação independente no Brasil, como Feira Pão de Forma, Feira Miolos e Feira Plana. Em 2016, seu zine “Fucked by a stranger in the dark” foi um dos finalistas do Prêmio Dente de Ouro, em Brasília/DF. Em 2016 e 2017 algumas imagens da série “Não há silêncio” participaram das exposições ” Narrativas e Alteridade” e “Oriente Risco”, no Centro Cultural Dragão do Mar em Fortaleza CE e no Festival Foto em Pauta de Tiradentes MG respectivamente. Atualmente participa do projeto #poesiafica #foratemer do coletivo The Smell of Dust que realiza projeções acompanhadas de música ao vivo em eventos como o FOTOHAUS na edição do Rencontres d’Arles em 2017 e este ano no Monat der Fotografie- Off em Berlim.

 

 


 

 

 

 

PaulaLyn Carvalho

PaulaLyn Carvalho

Auto retrato

 

Diretora de Arte há mais de 20 anos, fotógrafa e agitadora cultural há 12 anos. Lecionou por mais de 10 anos em instituições como Senac – Comunicação e Artes, Eng DTP& Multimedia, WOC etc. Palestrante na Digital Design World por 2 anos e na Adobe por alguns anos. Desenvolveu/desenvolve trabalhos para: Zoli Produções, Aeroporto Internacional de Guarulhos, Senac Comunicação e Artes, Motorola, Sony Ericsson etc., e por meio de agência: Natura, PwC, FNQ, Einstein, Itaú, Universidade São Judas etc.

Pós-graduanda em Gestão Cultural (Senac), Pós-graduada em Arte Integrativa (UAM), extensão em Antropologia Visual (PUC), e um MBA em Marketing (FGV) incompleto, Jornalista e Graduada em Design Gráfico. Idealizadora dos projetos SP Pixel a Pixel, Fotambulantes (projeto que participou da Mostra SP de Fotografia), VivaRua Fotografia, Arte e Cultura, entre outros. 

Mais de 500 fotos publicadas em diversos livros e veículos. Participou de mais de 10 exposições coletivas, sendo 3 no exterior, 3 individuais, e foi curadora de outras exposições. Em 2009, teve um trabalho projetado no Paraty em Foco, e em 2015,  selecionada por convocatória. Premiada no concurso Brazil Foundation e The55Project em 2018, premiada no concurso da Secretaria do Meio Ambiente e Senac, “Árvores de São Paulo”, em 2007, “Foto do Dia” na National Geographic. e “Foto do Dia” no Metro Photo Challenge. 

Ensaios: Realizado para o Catraca Livre sobre ‘Afeto e Diversidade no Carnaval de Rua’, em 2016; Ensaio ‘Indício de Não-Memória’, capa de livro do Ateliê Fotô/ Eder Chiodetto, selecionado por convocatória no Paraty em Foco 2015, e compôs uma Exposição Coletiva (Senac), com curadoria de Fernando Schmitt, em 2015. Fotos da diversidade da Mata Atlântica, selecionadas do seu acervo, ilustraram o Calendário 2008 da empresa Ypê. Por um ano, comercializou suas fotos autorais em azulejos no Armazém da Cidade, na Vila Madalena, conquistando fãs e vendendo para turistas do mundo inteiro.

 

 


 

 

 

 

 Paulo Rossi

Paulo Rossi

Auto retrato

 

Paulistano radicado em João Pessoa há dez anos, é fotógrafo e professor universitário. Graduado em Sociologia e Política, é mestre em Sociologia pela USP. Foi curador associado do ciclo de debates Corpo Imagem dos Terreiros: experiência ritual, produção de presença (2010). Também foi curador da exposição Variações do feminino: bastidores do universo trans (2010 e 2013), e do projeto Novíssimos: talentos da fotografia autoral na Paraíba (2013). Como fotógrafo autoral realizou a exposição individual Poética do negativo (2015), Em trânsito (2014-2015 e 2017) e, em parceria com o fotógrafo Gustavo Moura, a exposição Elo paralelo (2018). Participou de várias exposições coletivas, dentre as quais Narrativas e alteridades: o outro de nós (2016), Corpo Imagem dos Terreiros (Brasília, 2014), a mostra Setembro Fotográfico: Fotografia Paraibana (2011), deVERcidade 2010, e 10ª Muestra de Documentales y Fotografía de América-Latina – 2010, Espanha. Em dezembro de 2011 foi selecionado para o Visionado Photoespaña em Santo Domingo, República Dominicana.

 

 


 

 

 

 

 Rosely Nakagawa

Foto de Iana Soares

Foto de Iana Soares

 

Nasceu em 1954 em São Paulo, graduada em Arquitetura (USP_1977), com especialização em Museologia (USP_1979), Comunicação e Semiótica (PUC/USP_ 2004°.

É curadora, comissaria e editora de arte e fotografia. Atuou em instituições culturais como Galeria Fotoptica fundada por ela e Thomaz Farkaz em 1979, na qual expôs fotógrafos como Mario Cravo, Miguel Rio Branco, Leonardo Crescenti, Sebastião Salgado, Miro, Bob Wolfenson.

Criou o Espaço Cultural Citibank onde atuou como curadora de 1985 a 1990. Na Casa da Fotografia Fuji de 1997 a 2004 foi curadora das exposições nacionais e internacionais e leituras de portfólio que tiveram entre os artistas nacionais Helio Campos Mello, Maureen Bissiliat, e entre os internacionais, Luiz Gonzáles Palma, Martin Chambi, Keiichi Tahara e Luc Chessex.

Foi curadora das Galerias FNAC Bresil, no Brasil de 2004 a 2009, quando publicou a coleção e entrevistas no livro “Encontros com a Fotografia”.

Realiza mostras como curadora independente no Brasil e exterior, tendo atuado nas principais Instituições brasileiras, museus e centros culturais da América Latina, EUA, Japão e Europa, tendo em seu portfolio exposições de Thomaz Farkas, Fernando Lemos, Carlos Moreira, Luiz Braga, Tiago Santana.

Editou livros de fotografia para a Tempo d’Imagem, Edições SESC e para edições especiais de diversos fotógrafos brasileiros.

 

 


 

 

 

 

 Teotônio Roque

Auto retrato

Auto retrato

 

É um fotógrafo natalense, graduado em Produção Audiovisual com ênfase em Cinema pela UNP. Concentra experiência na área de comunicação, com ênfase em arte, educação e cultura. Em 1999 foi ganhador do concurso Nacional XXII Concurso fotográfico Cidade de Santa Maria, em 2001 foi vencedor de um concurso internacional, o International Award for photojournalism – Internacional Catholic Union of the press, e em 2006 foi ganhador do Concurso Banco Itaú BBA de Fotografia. Participou de congressos, oficinas e conferências contribuindo para o cenário da fotografia. Foi atuante em diversas iniciativas de acessibilidade no audiovisual e é presidente da ONG Olhares, que é dedicada a difundir as artes visuais destacando seus aspectos pedagógicos, sociais, econômicos e ambientais. Foi atuante em diversos momentos importantes envolvendo fotografia como a Documentação fotográfica do Funeral dos restos mortais de Che Guevara e a Documentação fotografica Povo cubano, que aconteceu em Havana. Foi também figura central no Programa Nacional dos Pontos de Cultura. Atualmente ele é coordenador do Núcleo de Comunicação da Funcern, a Fundação de Apoio ao Instituto Federal do IFRN.

 

 


 

 

 

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