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ÚLTIMOS DIAS DA CONVOCATÓRIA

03.imagensdeumaguerra_Prorrogamos

 

Bom dia, boa tarde e boa noite gente.

 

Estamos chegando na última semana da convocatória para exposição e catálogo IMAGENS DE UMA GUERRA ESQUECIDA.

 

Fizemos uma prorrogação em virtude do nosso período eleitoral do país, sabendo que muitos estaríam se dedicando aos processos eleitorais de ambos os lados. Agora, já sabemos quem será o nosso presidente. Agora, é a hora de todos acalmarem-se. Aqueles que foram a favor, escutem a opinão dos que foram contra. E aqueles que foram contra, escutem os motivos dos que foram a favor. Agora, é entender o que o Brasil precisa, entender o que Brasil já foi e ficar de olho no Brasil do futuro.

 

Por isso, mais do que nunca este projeto de uma exposição, sobre a participação de Natal na Segunda Gerra Mundial, pode ser uma excelente oportunidade de colocarem em prática suas falas e narrativas visuais.

 

Qualquer um pode participar, basta trabalhar com a ferramenta da fotografia como resultado.

 

Sobre pensar no tema, embora pareça ser complicado, não é. Basta pensar em como este episódio, que se deu no passado, teria uma relação com você hoje. A passagem por Natal gerou algo para a gerra, para o país? A guerra foi algo que lhe trouxe mudanças diretas ou indiretas? Lembranças? Mudanças de hábitos? Trouxe novos costumes? E assim por diante.

 

Depois de pensar um pouco, com qualquer câmera na mão, poderá por em imagens parte destas reflexões. Podem ser com imagens produzidas, já feitas, reformuladas… etc. Usem a criatividade para deixar suas idéias.

 

Vejam os detalhes de como serão as seleções, catálogo e equipe envolvida com a seleção.

 

Boa sorte e participe:

http://estudiop.com.br/uma-guerra-esquecida/convocatoria2018expo/

 

 

Equipe de produção

IMAGENS DE UMA GUERRA ESQUECIDA

Notícias de uma Guerra Esquecida

Ensaios Fotográficos

 

 

O que é um ensaio?

 

Um ensaio é um discurso construído com imagens a partir de um tema ou de um projeto autoral que pode se expandir em diferentes modalidades de fotografia.

É através do ensaio que o fotógrafo pode expressar com mais intensidade sua visão sobre determinado tema, e é importante que se sinta a singularidade que a presença do ponto de vista do autor permite ao trabalho. Ao mergulhar em um ensaio o autor se vê inserido em um processo que exige muito mais que a captura de imagens. Exige uma reflexão sobre a conexão entre estas imagens, sobre a edição que melhor pode expressar sua intenção no trabalho (tendo assim mais efeito que a simples exposição de tudo que se pode revelar a respeito do assunto em questão) e sobre a apresentação que seja mais eficiente para tocar o outro, seu apreciador.

 

 

Como montar um ensaio sobre Natal na Segunda Guerra?

 

A presença americana em Natal na Segunda Guerra deixou marcas na cultura da cidade e também no comportamento de seus habitantes. Uma pesquisa rápida sobre esses efeitos nos trazem pontos curiosos na mudança de hábitos dos Natalenses, que absorveram costumes trazidos pelos americanos como o consumo de refrigerante, chicletes, óculos ray bans. Também é atribuída à presença americana a criação de termos como “boyzinha” para se referir a meninas jovens.

 

Como traduzir em imagens os efeitos desse momento que mesmo tendo sido tão singular é difícil de ser materializado?

A idéia de construir um ensaio é justamente para facilitar a criação de uma narrativa fotográfica a partir das impressões, sensações e idéias dos fotógrafos ao interpretar com seu trabalho as marcas do período. Não existe nenhuma limitação quanto a projetos de fotojornalismo, arquivos, moda, fotografia e texto e o que mais a capacidade criadora do fotógrafo necessitar para desenvolver seu projeto sobe o tema.

 

 

Onde posso conseguir material de pesquisa para o projeto?

 

Existem alguns textos disponíveis na internet sobre a presença americana em Natal:

 

http://www.hcurb.ct.ufrn.br/_assets/modules/projetosvinculados/projetovinculado_33.pdf

 

https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/natal-na-2%C2%AA-guerra-mundial

 

https://curiozzzo.com/2015/07/10/cotidiano-dos-americanos-em-natal-na-epoca-da-segunda-guerra-mundial/

 

http://www.xienanpur.ufba.br/531p.pdf

 

Também existem alguns vídeos disponíveis no youtube:
Natal encruzilhada do mundo

https://www.youtube.com/watch?v=EbGkySfqebg

 

Americanos em Natal, os estrangeiros da Segunda Guerra.

https://www.youtube.com/watch?v=YyNgqd3KRpc

 

Natal, USA

https://www.youtube.com/watch?v=o5RJw9MxxNE

 

Imagem sobre imagem, a segunda guerra em Natal

https://www.youtube.com/watch?v=C4qrAux1Blg

 

 

As inscrições são feitas pelo site até o dia 28/10:

http://estudiop.com.br/uma-guerra-esquecida/convocatoria2018expo/

 

 

Entre em contato para dúvidas.

 

O contato da produção (durante horário comercial):

Pablo Pinheiro

(084) 99999-9111 WatsApp

contatoestudiop@gmail.com

 

 

 

#Clipping: fotografia de Rio Grandes é destaque no O Globo

O lançamento do fotolivro Rio Grandes no Rio de Janeiro mereceu destaque no caderno cultural (Segundo Caderno) do jornal impresso e no portal O Globo.

Em entrevista Pablo Pinheiro falou sobre o projeto e sobre as semelhanças entre os vaqueiros do Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, entre outras abordagens na sua palestra divulgada pelo jornal que aconteceu no dia 21 de agosto, às 15h30m, no Salão Portinari do Palácio Capanema, sede da Funarte na capital carioca.

Na reportagem, Pablo explica para Mateus Campos, editor de Cultura, que preferiu disponibilizar o livro na web e em três línquas para alcançar um público maior. “Poderia ter feito um livro impresso ou organizado uma exposição. Mas optei por aprofundar a pesquisa e potencializar o diálogo e as conversas com as palestras”, disse na reportagem. Leia a matéria completa neste link.

 

pablo-pinheiro-vaqueiro-jornal-o-globo

Luciana Schommer questiona: qual é o nosso papel?

Luciane Schommer, que assina a Produção Executiva do projeto Uma tradição nos Rio Grandes, propõe uma reflexão: que cada um busque no seu íntimo o que nos identifica e o que nos distancia ao ler as imagens que foram coletadas neste projeto.

 

Confira seu depoimento:

A filmagem foi realizada pelo fotógrafo Pablo Pinheiro durante a realização do projeto “Uma tradição nos Rio Grandes – a imagem do Vaqueiro Contemporâneo em transição“, contemplado pelo XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia.

Veja outros depoimentos clicando aqui.

Ademildo Santos: “o vaqueiro é um super-herói”

“Para as crianças, o vaqueiro é como um super-herói”. Assim Ademildo Santos conta sobre André, seu filho, que sempre quis trabalhar como vaqueiro, mas que acabou indo embora da fazenda. “Hoje não é mais possível manter os jovens na lida do boi. As condições financeiras não ajudam”.

 

Ademildo luta pela manutenção dos vaqueiros e suas tradições na região do Seridó, no Rio Grande do Norte.

 

 

A filmagem foi realizada pelo fotógrafo Pablo Pinheiro durante a realização do projeto “Uma tradição nos Rio Grandes – a imagem do Vaqueiro Contemporâneo em transição“, contemplado pelo XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia.

Veja outros depoimentos clicando aqui.